Julgando o livro pela capa…

novembro 25, 2010

Queria saber quem foi que disse que não devemos julgar um livro pela capa. Acho essa frase muito extremista! Quando se vai a uma livraria sem um determinado livro em mente, é possível se perder naquele universo de obras. E, entre tantas, alguns exatamente se destacam pela capa.

Uma capa interessante e bem elaborada brilha aos olhos de um leitor. Ora, ela também faz parte da obra, uma parte muito importante, afinal.

Prova disso são os Best Sellers, que sempre apresentam em suas capas imagens fortes, que foram bem estudadas e analisadas até serem escolhidas.

Claro que um bom leitor não se prenderá somente a isso. O conteúdo continua sendo o mais importante. E, afinal, nem toda boa capa apresenta um bom livro, e nem todo bom livro apresenta uma boa capa.

Vejamos os clássicos! Em geral, suas capas não são atrativas, mas possuem um conteúdo riquíssimo. Não me lembro de já ter encontrado nenhuma imagem chamativa para introduzir as diversas versões de Dom Casmurro, por exemplo. Na verdade, essas obras, em sua maioria, são apresentadas por vultos desenhados, como mulheres com decotes ou faces encobertas.

Mas alguns livros também não são dignos de suas maravilhosas capas. Acredito, inclusive, ser o caso de muitos. Esses são a decepção de um leitor, pois criam uma grande expectativa que não é alcançada pelo conteúdo da obra.

Apesar disso, uma capa deve ser bem estudada. Ela complementa a obra e é a primeira impressão que o leitor tem do livro. Juntamente com o título, é a vestimenta introdutória da obra. Não gosto, por exemplo, de livros que possuem como sua capa a mesma do filme que se baseou na obra. Perde o encanto!

Para os atuais e futuros escritores, lembrem-se disso: uma boa capa atrai o leitor e o incentiva a continuar a leitura que foi cuidadosamente preparada! E julgar um livro pela capa é parte da apreciação de uma boa obra!

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É hora de reciclar!

outubro 25, 2010

Imagem retirada do http://www.quebarato.com.br

 

Fazer a separação correta do lixo para a reciclagem é algo que todos já sabem. A novidade é essa reutilização atingir outros setores, como sebos e brechós.

Sempre fui fã de carteirinha de bibliotecas, apesar de Brasília deixar muito a desejar. Adoro comprar e, principalmente, ganhar livros novos (no sentido de não terem sido usados ainda), mas amo biblioteca! Ver aqueles livros é bom demais. Passar por cada estante, olhando todas aquelas obras… Dá muita vontade de ler todos!

Mas, muitas vezes, não é possível achá-los nas bibliotecas ou, então, queremos ter aquele livro! É aí que entram os famosos sebos, com livros diversos e preços bem acessíveis! A febre é tanta que eles já entraram no mercado virtual, como o site que reúne vários sebos, estante virtual.

Os brechós também surgem como uma saída sustentável diante do consumismo atual e também não ficam atrás, conquistando o público internauta!

E uma novidade em produtos “recicláveis” são os jogos de videogames. Há alguns meses, meu namorado entrou no Troca jogo, um serviço online em que é possível trocar os games. Uma boa saída quando se zera o jogo que ficaria mofando no canto de uma estante! Sem falar na economia! 

Reciclar é uma atitude saudável e muito importante no mundo consumista em que vivemos. Por isso, se você ainda não trouxe a reciclagem para o seu cotidiano, está na hora de reverter a situação e ainda ajudar o seu bolso!

 

Obs: Esse post foi inspirado na matéria feita por @taismeireles e @tricia_oliveira!


Gostodelivrosdemulherzinha

agosto 29, 2010

 

Machado de Assis, Clarice Lispector, José de Alencar, Aluísio de Azevedo, todos grandes nomes de nossa literatura. Lembro muito bem os primeiros romances que chamaram minha atenção no período escolar, em que a leitura obrigatória afastava, muitas vezes, a apreciação literária.

Grupo Editorial Record

Mas meu coração literário sempre reservou um espaço para certas leituras não tão renomadas pelos críticos. Os famosos romances de “mulherzinha” (termo bem preconceituoso e pejorativo, eu sei!) foram grandes presentes em minhas horas de distração. O diário de Bridget Jones foi um dos primeiros. Um livro até bem grandinho, que terminei bem rápido, querendo saber o resultados das peripécias de uma jornalista bem diferente.

 O último da prateleira feminina é Os diários de Carrie, o primeiro de uma coleção que pretende contar a história da personagem Carrie de Sex and the City antes de se tornar a escritora irreverente de Nova York que conhecemos.

Galera Record

O romance de Candance Bushnell segue a linha dos livros de mulherzinha, com o enredo recheado de humor, romances, intrigas e muito charme, é claro! Seu início é até meio bobinho, mas o restante da leitura é viciante. Aquelas que gostam e sabem como apreciar uma história com triângulo amoroso e acontecimentos previsíveis, vão adorar o romance.

Além disso, é possível perceber os traços da futura escritora de Nova York e identificar os pontos característicos de Sex and the City.

Para quem também separa, na sua alimentação literária, um espaço para as guloseimas, indico o romance!


Mônica speaks español!

julho 22, 2010

Há algum tempo este post estava nos meus rascunhos. Tinha até esquecido!

Outro dia estava passando na banca e encontrei esses exemplares do gibi mais conhecido. Já tinha ouvido falar nessas versões em inglês e espanhol da turma da Mônica, mas ainda não tinha visto para vender. Aparentemente, não é muito fácil encontrar.

Mas achei muito interessante. Alguns nomes dos personagens principais receberam um retoque para melhor adaptação, enquanto outros mantiveram sua forma original.

Mônica: Monica (inglês); Mónica (espanhol);

Cascão: Smudge (inglês); Cascarón (espanhol);

Cebolinha: Jimmy Five (inglês); Cebollita (espanhol);

Magali: Maggy (inglês); Magali (espanhol).

Outras personagens também merecem se mencionados:

Franjinha: Franjito (espanhol);  

Do Contra: Contreras (espanhol); Nick Nope (inglês);

Humberto: Hummer (inglês).

Entretanto, o mais interessante é realmente a abordagem linguística, que destaca o traço da oralidade. Afinal, essa é uma característica das histórias em quadrinhos. É possível encontrar expressões que comprovam essa marca oral, como as próprias contrações, tão recorrentes no inglês.

Ah! E as características dos personagens também foram adaptadas, como a troca do “R” pelo “L” do personagem Cebolinha. Na versão da língua inglesa, Jimmy Five troca o “R” pelo “W”.

A utilização dessas novas versões dos quadrinhos é um ótimo instrumento para professores de línguas e, claro, para quem quiser aprender e se distrair ao mesmo tempo. Ao final de cada número, a revista traz um glossário de algumas palavras utilizadas nas historinhas traduzidas nas duas versões.

Clique para aumentar a imagem.

Para quem estiver interessado, além dos números vendidos nas bancas, é possível ler algumas tirinhas no próprio site da Turma da Mônica.

Fica a dica!